Mostrando postagens com marcador Os Instrumentos Mortais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os Instrumentos Mortais. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de julho de 2013

[DIVULGADO] - POSTERS NACIONAIS DE - CIDADE DOS OSSOS -

Olá pessoal.

O site Idris [LINK AQUI]divulgou hoje os alguns posters que foram liberados pela Paris Films da série Os Instrumentos Mortais - cidade dos Ossos. A SAGA da autora Cassandra Clare que ganhou fãs pelo mundo todo e em breve chega nas telonas. Para conferir nossa resenha da obra clique no link: [LINK AQUI]. 





segunda-feira, 17 de junho de 2013

[RESENHA] - Cidade dos Anjos Caídos


Informações:
Edição: 1
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-09271-7
Ano: 2012
Páginas: 362
Tradutor: Rita Sussekind



Sinopse: A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace começa a se afastar sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo. 



Lembrando, antes que você comece a ler essa resenha pode conter um pouco (ou muito, não sei) spoilers sobre a trama já que Cidade dos Anjos Caídos é o quarto livro da série Os Instrumentos Mortais da autora Cassandra Clare. 

Pode-se dizer que essa série são duas trilogias, afinal, com o clima em que acabou Cidade de Vidro, não se espera mais nada, mas mesmo assim, aqui estamos com o quarto livro. 

A história tem início poucas semanas após a batalha que vimos em Cidade de Vidro. Não dá para especificar muito senão acabo soltando spoilers demais, mas como falei anteriormente, é possível perceber que, pelo fato de Cidade de Vidro seria o último livro da série, assim iniciamos o livro já com diversos casais formados e claro, mesmo com o final que Valentim teve, uma história necessita de um antagonista, e Cidade dos Anjos Caídos nos deixa no limbo por bastante tempo até descobrirmos quem é de fato. 

Não preciso negar nem esconder de ninguém que Clary e Jace enfim estão juntos, mas, é claro que nem tudo é perfeito, senão não haveria muitas surpresas, não acham?! Mas embora Clary e Jace sejam os protagonistas e tenham lá suas situações, o foco desse livro é em Simon, nosso querido vampiro que não gosta de sangue. 

Simon não tem apenas esse diferencial, além de tentar suprimir essa nova realidade da sua vida (ter de se alimentar de sangue), ele consegue andar à luz do dia, o que lhe proporciona o que mais deseja, tentar levar uma vida normal, frequentar a escola, num futuro ir à faculdade, porém essa sua condição atraí muita atenção de diversos membros do Submundo o que põe sua vida em risco. Mas, como se não bastasse essas diferenças, Simon ainda tem que conviver com uma nova situação em sua vida, que mesmo que o proteja, não sabe-se as implicações dela à longo prazo. 

Além de Simon, conhecemos um pouco mais a história de Maia e temos de volta nossos queridos personagens já conhecidos, Luke, Alec, Magnus e Isabelle, então temos muito conteúdo. 

Só existe um único problema! Com esse final eu já queria ter Cidade das Almas Perdidas aqui comigo, para ler em seguida, mas como não tem ainda, terei que esperar. Sério, posso não morrer de amores pela série, mas que a Cassandra Clare sabe construir um suspense maravilhoso pros finais dos livros é um fato. 



Critérios De Avaliação: 


a) Arte da capa: 
A capa de Cliff Nielsen é uma das mais bonitas e a primeira que tem dois personagens. Talvez por poder ser uma nova saga. Nela temos Clary e Simon no lugar padrão, sobre a cidade. A capa abusa de muito laranja o que dá um efeito de luz, algo meio etéreo, muito lindo. 


b) Trama: 
O foco agora está no Simon, é o que salva a trama. Em si ela é bem fraca e a meu ver nenhum um pouco necessária pra tudo o que já se passou. É bem “enche linguiça”. Tem algumas reviravoltas interessante, principalmente o final, mas poderia ser ignorado sem grandes perdas. 


c) Caracterização dos personagens: 
Diferente de seus antecessores, nesse livro não se vê muito crescimento em todos os personagens. Apenas Simon e Alec ganham um algo a mais. Simon principalmente, já que por ser o foco de todos os acontecimentos é forçado a se aceitar verdadeiramente e amadurecer mais um pouco. Há alguns personagens novos e logo de cara já temos um bom vislumbre de suas personalidades bem marcadas e sua importância na trama. 


d) Qualidade do livro (papel, letra, erros, etc.): 
A diagramação é a padrão da editora, aprecio muito o espaçamento e o tamanho das letras, isso somado ao papel fosco ajuda muito na leitura. Mas, continuo me queixando da revisão. Alguns travessões foram “comidos”, teve alguns erros de gênero e de digitação, o que incomoda um pouco. 


e) Comparação com outras obras do gênero: 
Dessa vez, tendo como foco os vampiros da série, não pude deixar de pensar um pouco em Crepúsculo, com todo o drama dos romances juvenis, os rolos com o mundo vampiresco e o amor entre um vampiro e um lobisomem. Mas, confesso, por mais que não tenha caído no meu agrado, prefiro Cidade dos Anjos Caídos do que a obra da Stephenie Meyer. 


Nota: 3,0

segunda-feira, 10 de junho de 2013

[RESENHA] - Cidade de Vidro


Informações: 
Edição: 4
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-08716-4
Ano: 2012
Páginas: 476
Tradutor: Rita Sussekind
Skoob: [LINK AQUI] 



Sinopse: Para salvar a vida de sua mãe, Clary deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras — podemos pular a regra de que diz que entrar em Alicante sem permissão é contra a lei e ir contra a lei pode significar a morte? E também que chegar lá, criando um Portal sozinha, só mostra o quanto os poderes de Clary são sofisticados e como isso é perigoso? Para complicar ainda mais, quando chega à cidade, ela logo descobre que Jace não a quer por perto (o que não se aplica a outras meninas...) e Simon, que nem queria estar ali, está sendo investigado por ser um vampiro que pode suportar a luz do sol. 

Nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastar Clary de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe. Para localizar o bruxo, Clary contará com um misterioso aliado, Sebastian, um Caçador de Sombras (quase) irresistível. À medida que se aproxima de respostas, Clary conhece mais sobre seu passado — e consequentemente sobre o passado de seu irmão... 

A Clave está reunida. Todos sabem que Valentim, fortalecido como nunca, está convocando um exército para exterminar os Caçadores de Sombras e conseguir os Instrumentos Mortais. Aparentemente, a única chance de sobrevivência é unir forças: Caçadores e integrantes do Submundo. É possível esquecer as diferenças e o preconceito de séculos para lutar lado a lado? E Clary, dividida pelo que sente por Jace, conseguirá se armar de seus novos poderes para salvar a Cidade de Vidro — custe o que custar? Jace já se decidiu: vai arriscar tudo por ela 





Lembrando, antes que você comece a ler essa resenha pode conter um pouco (ou muito, não sei) spoilers sobre a trama já que Cidade de Vidro é o terceiro livro da série Os Instrumentos Mortais da autora Cassandra Clare, sendo seus antecessores Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas

Esse é um livro que eu fiquei muito animada pra ler. Depois do final de Cidade das Cinzas comecei a olhar a série com outros olhos, e o meu preconceito sobre ela foi derrubado. E posso dizer com absoluta segurança que esse é o melhor livro da série até agora. 

Agora que Clary sabe que o antídoto para o feitiço que foi jogado em sua mãe está em Idris, mais precisamente em Alicante, o lar ancestral dos caçadores das sombras, tudo o que ela mais quer é ir para lá o mais rápido possível. 

Porém, Jace não gosta muito dessa ideia, independente do motivo pelo qual ela queira ir. Ele acha que ela estaria mais segura se ficasse em Nova York e faz de tudo para impedir sua ida, até mesmo pedir ajuda para Simon. 

No final, Jace e os Lightwoods acabam indo para Idris sem a Clary e levando o Simon por acidente junto, o que dá muita confusão. 

Já adianto que está completamente enganado quem pensou que desta maneira Clary não poderia ir para Idris. Mesmo após o portal ter sido fechado Clary dá um jeito muito impressionante e vai para lá com Luke, amigo de sua mãe que está cuidando dela por enquanto, mas que também é um lobisomem, ou seja, estaria muito encrencado se fosse visto por lá. 

Até o momento esse de longe é o melhor livro da série. A guerra se aproxima, tendo Valentim reunido forças sobrenaturais e forçando a Clave a pensar em se aliar com os habitantes do submundo. Nesse meio tempo, Clary descobre muita coisa sobre seu passado e isso a torna mais forte e determinada a acabar com todo esse caos no mundo dos Caçadores das Sombras. 

Com um ritmo frenético, reviravoltas chocantes e personagens cativantes esse livro faz a série toda valer a pena ser conhecida. Mesmo com o romance conturbado entre os protagonistas e entre os coadjuvantes a ação sobrepõe a chatice e faz o leitor ansiar por mais. 



Critérios De Avaliação: 



a) Arte da capa: 

A capa de Cliff Nielsen é uma das minhas preferidas por ser justamente um dos meus personagens favoritos: Sebastian. Bem, só lendo para saber que ele realmente é, mas novamente temos um personagem envolto em luz sendo destaque sobre uma imagem da cidade. 



b) Trama: 

De todos os livros até agora essa é a melhor trama. Tem aquele gostinho de final de série e tem MUITAS revelações bombásticas e reviravoltas de tirar o fôlego. As perguntas que os dois últimos livros abriram foram encontrando suas respostas e dessa vez mostrou que a trama foi realmente bem planejada. 



c) Caracterização dos personagens: 

Apesar dos livros serem continuações diretas, é notável como todos os personagens, protagonista e principalmente coadjuvantes, amadureceram e ganharam seu próprio espaço e importância na história. Todos ali começam a abandonar a adolescência e entram na vida adulta já com responsabilidades em seus mundos. E a diferença do inicio da série até agora é simplesmente gritante. 



d) Qualidade do livro (papel, letra, erros, etc.): 

Ainda me irrito muito com a revisão, que deixa a desejar e acredito que a reclamação constante não é apenas de minha parte. Com relação a diagramação, capa, papel a qualidade continua sendo maravilhosa. 



e) Comparação com outras obras do gênero: 

Nesse livro, a série retorna muito para o lado do romance adolescente. Apesar de todas as características, não consigo compará-lo a outro YA. Os Instrumentos mortais mistura tantas coisas, tantas situações e criaturas que isso o torna algo único. 



Nota: 4,5

segunda-feira, 3 de junho de 2013

[RESENHA] - Cidade das Cinzas


Informações: 

Edição: 4
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-08715-7
Ano: 2012
Páginas: 406
Tradutor: Rita Sussekind









Sinopse: No mundo dos Caçadores de Sombras, ninguém está seguro. E agora que Clary descobriu fazer parte do perigoso Submundo, sua vida nunca mais será a mesma. Jace, seu recém-descoberto irmão, está cada vez mais impossível, e não parece medir esforços para enfurecer a todos, e sua atitude bad boy não ajuda em nada quando, após o roubo do segundo dos Instrumentos Mortais, a Inquisidora aparece no Instituto para interroga-lo... Agora Jace é suspeito de ajudar o pai, o perverso Valentim, num plano que vai colocar em risco não só Idris ou o Submundo, mas toda a cidade de Nova York. E Clary não pode deixar de se perguntar: será que as ironias de Jace são só uma forma de chamar atenção, ou também pode haver uma traição por trás de tanto mistério? 



Antes de qualquer coisa tenho que avisar que mesmo tentando evitar pode ser que tenha spoilers (apesar de que a própria sinopse já dá spoilers absurdos) da trama, já que Cidade das Cinzas é o segundo da série Os Instrumentos Mortais da autora Cassandra Clare. 

Depois de terminar de ler seu antecessor, Cidade dos Ossos, confesso que eu não estava animada pra seguir lendo a série. Sério, o final do primeiro pra mim foi extremamente broxante. Mas, mesmo relutante comecei a leitura. De novo fui envolvida pela narração maravilhosa, e mesmo com os desgostos me peguei devorando o livro. 

Nesse livro, muita coisa está acontecendo. Clary está com sua mãe em coma enquanto inúmeros segredos de família vêm a tona. E ainda por cima o garoto que ama simplesmente não pode mais ficar com ela. 

Fora isso, a lealdade de Jace á Clave é posta em jogo, o que o faz entrar num estado de rebeldia incontrolável. Isso enquanto tem que lidar com a Inquisidora mandada pela Clave para vigiá-lo. 

Paralelo a tudo isso, alguns seres do Submundo aparecem mortos, sem sangue no corpo, o que faz com que os vampiros sejam suspeitos dos ataques, porém, não parecem ter nenhuma ligação entre si, estará Valentim por trás disso de alguma forma? 

É notável o crescimento dos personagens durante a leitura desse livro e o melhor, a autora não foca apenas nos personagens principais, os demais ganham mais força, mostrando-se cada vez mais fortes e maiores. Eu particularmente amo todos, Alec, Magnus, Simon e Isabelle estão ótimos. 

Não me arrependi de ler Cidade das Cinzas, ao contrario, fiquei curiosa com o que a autora planeja para o próximo livro, Cidade de Vidro. 



Critérios De Avaliação: 


a) Arte da capa: 
A capa de Cliff Nielsen é uma das melhores coisas no livro. A imagem de um rapaz com o corpo todo tatuado sendo plano de fundo para a cidade iluminada ficou muito bonita. Principalmente porque as tatuagens emitem uma luz dourada. É possível notar túmulos em frente a imagem da cidade, remetendo a um cemitério. As abas internas tem um brilho furta-cor que parece lascas de vidros, um efeito realmente interessante. 


b) Trama: 
O enredo é bem típico de um livro de aventura juvenil. Tem pontos de reviravolta e se desenvolve num ritmo de tirar o fôlego, abusando dos detalhes para construir os argumentos de todas as situações. Talvez o problema tenha sido querer surpreender demais o leitor, nem sempre sair da mesmice é chave de sucesso, mas mesmo assim o livro tem uma trama forte. 


c) Caracterização dos personagens: 
Apesar dos protagonistas ficarem irritantemente chatos, a equação é equilibrada pelos demais personagens. Simon principalmente cresceu muito nesse livro. E a aparição de novos personagens deixou esse fator bem mais interessante. 


d) Qualidade do livro (papel, letra, erros, etc.): 
Ainda me chateio muito com alguns erros absurdos que vejo na revisão dos livros dessa editora. Mas, se conseguirmos ignorar isso (o que é meio difícil) a diagramação é ótima e eles sempre escolhem o tipo de papel que mais gosto, com o tom creme claro e o papel fosco. 


e) Comparação com outras obras do gênero: 
Sendo uma aventura juvenil, Cidade das Cinzas poderia ser comparada com inúmeros livros do gênero. Mas, volto a afirmar que a graça dessa série está nos personagens críveis, tão parecidos com o leitor que poderia ser um amigo nosso do dia-a-dia vivendo todas essas situações. 


Nota: 4,0 




segunda-feira, 27 de maio de 2013

[RESENHA] - Cidade dos Ossos


Informações:
Edição: 8
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-08714-0
Ano: 2012
Páginas: 462
Tradutor: Rita Susseking



Sinopse: O primeiro “encontro” de Clary e Jace não poderia ter sido... pior. 

Ela presencia um crime cometido por Jace e outros adolescentes tatuados e equipados com chicotes brilhantes e armas pra lá de esquisitas. Ele, um nephilim – filhos de anjos com humanos – que tem como missão caçar demônios; ela, uma mundana que não se sabe por que tem o dom da Visão... 

Mas, as diferenças entre os dois não impedem que em 24 horas Clary se veja envolvida pelo mundo de Jace. Mas, por que um demônio estaria interessado em uma mundana como Clary? E como de uma hora para a outra ela tem o dom de Visão e percebe o Mundo de Sombras? Todos, inclusive Clary, querem saber... 





Cidade dos Ossos é o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais da autora Cassandra Clare. Pelo titulo você já pode pensar em cemitérios e seres estranhos perambulando pela terra, não é mesmo? E, não está muito enganado. 

Essa é a história de Clary – Clarissa, na verdade – uma garota de 15 anos normal que um talento para o desenho herdado de sua mãe e uma vida normal para qualquer adolescente. Junto com seu melhor amigo, Simon, a garota resolve ir a uma boate do Brooklyn chamada Pandemônio. 

Você deve estar pensando que Clary deve estar fazendo de tudo pra driblar os seguranças para poder curtir essa balada, não? Mas, na verdade não é bem com isso que a garota se preocupa naquele dia e sim porque ela vê um grupo de adolescentes esfaqueando e matando outro garoto, mas o surpreendente é que Clary parece ser a única a enxergar esses adolescentes e então ela se dá conta de que há um mundo dentro do nosso, o Mundo das Sombras. 

E aí que entram o núcleo dos Caçadores de Sombras, com Jace Wayland como seu principal representante nesse primeiro livro. Os personagens são divertidos, com sacadas ótimas e frases de efeito muito bem escritas. Jace, por exemplo, é o típico bad boy irônico e charmoso, mas a gente passa a torcer pra que Clary e Jace se apaixonem. 

Clary é uma protagonista meio sem graça. É extremamente teimosa, o que em certas horas irrita, mas tem um senso de justiça que equivale a coragem, o que salva um pouco. Jace, como já comentei é o típico bad boy que no fundo é todo frágil, mas que quando está perto da Clary demonstra um lado gentil que nem ele mesmo sabia que existia. 

Além dos dois conhecemos também os irmãos Alec e Isabelle, dois caçadores das sombras que não tiveram muito destaque no livro. Luke, melhor amigo da mãe da Clary e como um tio pra garota, rouba a cena com seu carisma e sua historia. Mas, os destaques como melhores personagens são de Simon e de Magnus Bane. 

Simon é o famoso melhor amigo apaixonado. Nerd assumido, tenta ser mais descolado pertencendo a uma banda de fundo de garagem. Seu jeito tímido e fofo, com suas piadas horríveis faz parte do lado hilário da historia. Magnus Bane é um feiticeiro bem excêntrico e sarcástico. Sua ironia e loucura reforçam a quebra do clima mais tenso, deixando a leitura ainda mais gostosa. 

Particularmente eu detestei o final do livro. Apesar de toda a ação, com cenas realmente boas de luta e com um suspense até interessante o final foi verdadeiramente brochante. Eu esperava bem mais, já que vi amigos com gostos parecidos com o meu surtando muito com a série, mas me decepcionei. O que se encaminhava para um livro perfeito se tornou apenas um livro mediano. 

Mas, se você gosta de um livro de aventura, com muita ação, dinamismo e um toque de romance juvenil, Cidade dos Ossos pode muito bem agradar. E lembrando que ele é mais um dos livros que espera sua adaptação para o cinema ainda esse ano, sendo seu lançamento aguardado para agosto. 



Critérios De Avaliação: 



a) Arte da capa: 
A capa de Cliff Nielsen é uma das melhores coisas no livro. A imagem de um rapaz com o corpo todo tatuado sendo plano de fundo para a cidade iluminada ficou muito bonita. Principalmente porque as tatuagens emitem uma luz dourada. É possível notar túmulos em frente a imagem da cidade, remetendo a um cemitério. As abas internas tem um brilho furta-cor que parece lascas de vidros, um efeito realmente interessante. 


b) Trama: 
O enredo é bem típico de um livro de aventura juvenil. Tem pontos de reviravolta e se desenvolve num ritmo de tirar o fôlego, abusando dos detalhes para construir os argumentos de todas as situações. Talvez o problema tenha sido querer surpreender demais o leitor, nem sempre sair da mesmice é chave de sucesso, mas mesmo assim o livro tem uma trama forte. 


c) Caracterização dos personagens: 
Apesar da Clary ser meio (pra não dizer totalmente) sem sal, há personagens que chamam muito a atenção. Jace, exemplo, rouba muito a cena com seu jeito bad boy de ser. Alec e Isabelle são irmãos bem diferentes um dos outros, mas que se complementam, mas de fato o melhor desse livro se deve ao Simon (melhor amigo da Clary) e ao Magnus Bane, esses dois fazem com que valha a pena cada pagina lida, pois é impossível não rir com eles. 


d) Qualidade do livro (papel, letra, erros, etc.): 
A revisão do livro não está 100%, passaram uns erros que deu até dor de cabeça e desanimo pra prosseguir a leitura. A diagramação está legal, assim como o papel escolhido (adoro quando é fosco). 


e) Comparação com outras obras do gênero: 
Os Instrumentos Mortais é uma série de aventura juvenil clássica, regada a muito amor adolescente, missões cheias de perigos, principalmente sobrenaturais, seres místicos e toques de comédia. O diferencial é que a protagonista não é tão clássica, não é estereotipada (por exemplo: não fica tropeçando o tempo todo, não é a estranha do grupo ou coisas do gênero), é uma garota, criada com superproteção com um melhor amigo nerd. Não é difícil achar garotas do tipo hoje em dia e isso torna a conexão com ele (mesmo ela sendo sem sal nem açúcar) muito mais fácil. 


Nota: 3,5

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

[NOVIDADES] - Cassandra Clare - The Bane Chronicles


Olá, pessoal! Temos novidades no ar para os fãs da série “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare!

Para o delírio de muitos fãs (ao qual eu me incluo!), Cassie, em parceria com as autoras Maureen Johnson e Sarah Rees Brennan, anunciou no começo de Dezembro de 2012 o lançamento do livro intitulado como “The Bane Chronicles” (As Crônicas de Bane*), onde seremos apresentados a histórias centradas no personagem Magnus Bane. Contendo 10 histórias que serão lançadas mensalmente em formato e-book, para só depois de completas compor o livro físico que tem previsão de lançamento para 2014 nos EUA, as capas irão formar a imagem final que estampará o volume impresso.
Com previsão de lançamento para o dia 16 de Abril, “What Really Happened in Peru” (O Que Realmente Aconteceu no Peru*) será a primeira história a ser divulgada e é uma parceria entre Cassie e Sarah. Como as histórias serão alternadas entre as autoras parceiras, em Maio será a vez de Maureen com sua história “No Immortal Can Keep a Secret” (Nenhum Imortal Pode Manter Um Segredo*), ainda sem dia ou capa anunciados.

* Tradução livre dos títulos, ainda sem previsão de nada oficial por aqui.